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Dicas fáceis de fazer anotações que realmente ajudam

Reading Time: 4 minutes

Fazer anotações não é apenas escrever as coisas – trata-se de aprender a pensar, organizar e lembrar. Seja você um estudante universitário, um aprendiz ao longo da vida ou simplesmente alguém que deseja reter informações melhor e tomar notas eficazes pode transformar completamente a maneira como você estuda. Neste guia, você descobrirá dicas práticas e apoiadas pela ciência para fazer anotações que realmente o ajudam a entender e lembrar – não apenas copiar.

We’ve all been there: you open your notebook before an exam, look at your notes, and realize they’re either too messy or too incomplete to help. The problem isn’t that you’re bad at note-taking — it’s that no one ever teaches us how to do it properly. Let’s fix that today.

1. Saiba por que você está tomando notas

A maioria dos alunos faz anotações porque acha que precisam. Mas as notas eficazes servem a um propósito: elas ajudam você a entender, organizar e recordar informações.

Antes de começar a escrever, pergunte-se:

  • Estou tentando lembrar fatos (como datas, fórmulas ou definições)?
  • Estou tentandoEntender ideias(como teorias, argumentos ou causa e efeito)?
  • Ou estou apenas resumindo para análises futuras?

Depois de conhecer seu objetivo, você tomará notas de forma mais consciente – não apenas como reflexo. Isso por si só pode melhorar o quanto você se lembra mais tarde.

2. Não tente escrever tudo

Escrever cada palavra que o professor diz não faz de você um aluno melhor – apenas faz sua mão doer. Em vez disso, concentre-se em ouvir o significado e capturar ideias-chave com suas próprias palavras.

Veja como:

  • Escreva palavras-chave, não frases completas.
  • Use as setas () para mostrar relacionamentos ou processos.
  • Desenvolva suas próprias abreviações para palavras comuns (por exemplo, “com” para “com”, “b/c” para “porque”).
  • Deixe espaço em branco — torna suas anotações mais fáceis de digitalizar depois.

Exemplo: Em vez de “A Revolução Industrial começou na Grã-Bretanha devido à disponibilidade de carvão e avanços em máquinas”, escreve “Ind. Rev. → Grã-Bretanha: carvão + novas máquinas = produção mais rápida”.

3. Escolha uma estrutura de anotações que se adapte a você

Nem todos os estilos de anotações funcionam para todos. O formato certo depende do seu assunto e do estilo de aprendizagem. Tente experimentar um desses três sistemas comprovados:

a) O método Cornell

Divida sua página em três seções:

  • Notas (lado direito): Ideias e detalhes principais durante a aula.
  • Fazes (lado esquerdo): Palavras-chave, perguntas ou prompts adicionados após a aula.
  • Resumo (abaixo): Escreva algumas frases explicando o que você aprendeu e por que isso é importante.

Esse método é ótimo para revisão – as dicas agem como flashcards e o resumo ajuda você a sintetizar informações.

b) o método de contorno

Perfeito para palestras com estrutura clara. Use marcadores ou números para mostrar ideias e subpontos principais:

Topic: The Water Cycle
  1. Evaporation – heat → water vapor
  2. Condensation – vapor → clouds
  3. Precipitation – rain, snow, hail
  4. Collection – rivers, lakes, oceans

Quando feito corretamente, um esboço funciona como um guia de estudo.

c) o método de mapeamento

Se você é um aprendiz visual, desenhe mapas mentais que mostram como as ideias se conectam. Coloque o tópico principal no centro e ramifique-se com subtópicos, exemplos e setas. Isso é especialmente útil para brainstorming, literatura ou cursos conceituais.

4. Misture notas digitais e de papel

Cada formato tem seus pontos fortes. A escrita manual pode melhorar a memória, enquanto as notas digitais facilitam a organização e o acesso. A melhor estratégia? Combine os dois.

Assim como:

  • Faça anotações manuscritas em sala de aula — ajuda a focar e compreender.
  • Após a aula, digite ou resuma-os em um formato digital como Notion, Evernote ou OneNote.
  • Use pastas ou tags para organizar notas por assunto ou tema.
  • Sincronize entre os dispositivos para que você possa revisar em qualquer lugar, até mesmo no telefone durante o deslocamento.

Vantagem híbrida: Você obtém o foco de escrever manualmente, além da conveniência do armazenamento digital e capacidade de busca.

5. Revise suas anotações em 24 horas

Este é um dos hábitos mais poderosos – e mais ignorados. Estudos mostram que revisar o material logo após o aprendizado, melhora drasticamente a memória de longo prazo.

Dentro de 24 horas de uma palestra:

  1. Leia suas notas e sublinhe os termos-chave.
  2. Preencha as informações ausentes enquanto elas ainda estão frescas.
  3. Adicione exemplos, diagramas ou referências do livro.
  4. Escreva um resumo de 2 a 3 frases na parte inferior da página.

Leva apenas 10 minutos, mas pode economizar horas de reaprendizagem mais tarde. Pense nisso como “manutenção para sua memória”.

6. Torne suas notas visuais e envolventes

Nossos cérebros se lembram de visuais muito melhores do que de texto simples. A adição de elementos de design simples às suas notas torna mais fácil de recordar e mais divertido de revisar.

  • Use o código de cores – por exemplo, azul para definições, verde para exemplos, vermelho para conceitos-chave.
  • Desenhe pequenos ícones ou rabiscos para representar ideias (💡 para obter informações, ⚠️ para avisos, ⭐ para fatos importantes).
  • Crie gráficos ou tabelas de comparação ao estudar conceitos com diferenças.

Tabela de exemplo:

Conceito Definição Exemplo
Metáfora Comparação sem “curtir” ou “como” “Tempo é um ladrão.”
Símile Comparação usando “curtir” ou “como” “O sorriso dela é como o sol.”

Visuais fazem suas notas ganharem vida – e seu cérebro agradecerá mais tarde.

7. Compare e colabore

Às vezes, duas cabeças realmente são melhores que uma. Revisar notas com colegas de classe ajuda a preencher lacunas e a reforçar a compreensão. Ele também apresenta diferentes perspectivas sobre o mesmo material.

  • Troque as notas após a aula e discuta o que cada pessoa achou importante.
  • Crie um documento compartilhado no Google Docs ou Notion para resumos colaborativos.
  • Organize sessões de “Study Jam”, onde todos ensinam uma parte da palestra.

Ensinar aos outros é uma das melhores maneiras de confirmar sua própria compreensão – transforma notas passivas em aprendizado ativo.

Conclusão: faça anotações que funcionem para você

Uma boa anotação não é copiar tudo palavra por palavra – trata-se de processar informações ativamente para que seu cérebro possa armazená-las e recuperá-las facilmente. Pense em suas notas como seu mapa de conhecimento pessoal – algo que vive e evolui, não estático.

Aqui está o seu desafio: Esta semana, experimente uma dessas alterações — use o formato Cornell, revise em até 24 horas ou códigos de cores para seus conceitos-chave. Pequenas melhorias se transformarão rapidamente em hábitos poderosos.

“A tinta mais fraca é melhor que a memória mais forte – se você escrever bem.”

Continue experimentando, continue melhorando e lembre-se – o objetivo não é notas perfeitas, é um aprendizado eficaz.